sexta-feira, 17 de setembro de 2010

«A MANIPULAÇÃO DO ESPÍRITO» - THEO LÖBSACK



«A MANIPULAÇÃO DO ESPÍRITO»
( ´DA LAVAGEM AO CÉREBRO AO PENSAMENTO TELECOMANDADO`)
THEO LÖBSACK

TRADUÇÃO: ROSA CANELAS
CAPA: CATHERINE LABEY

Colecção: O MUNDO EM QUE VIVEMOS
ESTÚDIOS COR
LISBOA - 1972

TÍTULO ORIGINAL: DIE UNHEIMLICHEN MÖGLICHEKEITEN ( Segundo a Editora! )

Esta obra, classificada na Net como uma ´PSICOFARMACOLOGIA` , tem um título em alemão bem mais longo, para além de não se dever dar um título nessa língua, assim, sem mais nem menos, em maiúsculas, pois a língua alemã não o permite!

Vou limitar-me a colocar o título original completo:

´Die unheimmlichen Möglichkeiten oder Die manipulierte Seele. Von der Gehirnwäche zum gesteurten Gefühl`

Demorei a redigir estas poucas linhas, pois tive de contactar um PROFESSOR UNIVERSITÁRIO meu amigo e um dos maiores especialistas do mundo em ´Neurociência`, para posterior esclarecimento!

Prometo que voltarei ao tema, visto ser de uma grande actualidade apesar de a obra ter sido editada na Alemanha em 1967 e a ´tradução` em português em 1972.

Trata-se do uso de psicofármacos e outros métodos destinados ao controle do cérebro humano, de aí a extensa e rica bibliografia indicada por ordem alfabética e que se estende por 188 referências, no fim do livro e antes do índice!

Permito-me trancrever o texto exibido na conta.capa:

´Em poucos anos uma revolução silenciosa mil vezes mais radical do que as convulsões políticas e sociais processa-se nos laboratórios. Aonde nos conduz esse temerário caminho desbravado pelos cientistas? À tomada da cidadela do espírito. Aquilo que se chamava ´alma` está à mercê dos temíveis manipuladores do espírito, que podem inspirar-nos as convicções, os desejos e os sentimentos que servem os seus interesses. Por meio de substâncias químicas ou de eléctrodos plantados nos centros da ´terra incógnita` devassada do cérebro dispõe a ciência de uma arma tão poderosa no plano psíquico como no físico é a bomba termonuclear.
Com ele a humanidade corre o risco de se ver amarrada a uma servidão em face da qual a escravatura dos tempos passados é incomparavelmente preferível.`







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